Encontre respostas sobre nossos atendimentos. Se sua dúvida for mais específica, converse com nossa equipe.
Qual atendimento devo procurar?
Se você busca compreender autismo, TDAH e condições associadas, conheça nossa avaliação neuropsicológica. Para cuidar de emoções, rotina e relações, oferecemos psicoterapia individual, para familiares, de casal e em grupo. Também contamos com consultas com médicos parceiros em psiquiatria. Nossa equipe ajuda você a conhecer o atendimento que faz sentido para a sua busca.
Preciso ter diagnóstico para fazer psicoterapia?
Não. O acompanhamento pode começar com ou sem diagnóstico prévio.
A avaliação neuropsicológica de autismo, TDAH e condições associadas é para adultos?
Nossa avaliação neuropsicológica de autismo, TDAH e condições associadas é voltada a adultos. Para outras faixas etárias ou demandas, consulte nossa equipe sobre disponibilidade e encaminhamentos.
Quanto tempo dura a avaliação neuropsicológica?
O processo costuma durar de 2 a 3 meses, incluindo os encontros, a análise das informações, a elaboração do laudo e a devolutiva. Em geral são 4 a 7 encontros, ajustados conforme a demanda.
O que recebo ao final?
Na avaliação neuropsicológica, você recebe uma conversa de devolutiva e um laudo neuropsicológico individualizado. O documento reúne a análise, as conclusões e recomendações pertinentes ao seu caso; costuma ter aproximadamente 25 a 40 páginas, conforme a investigação.
A consulta com psiquiatra está incluída?
Não. Psiquiatria, avaliação neuropsicológica e psicoterapia são serviços separados. Nossa equipe informa valores e disponibilidade para cada um.
Todos os atendimentos são online?
A avaliação neuropsicológica de autismo, TDAH e condições associadas e a psicoterapia são online. A investigação de altas habilidades e superdotação pode incluir etapas presenciais em São Paulo conforme os instrumentos necessários. Nossa equipe explica o formato antes do início.
Há psicoterapia para adolescentes?
Sim. Nossa equipe esclarece a faixa etária atendida, a participação dos responsáveis e as condições do atendimento antes do agendamento.
Moro fora do Brasil. Posso ser atendido?
Atendemos online pessoas em todo o Brasil e no exterior. Nossa equipe confirma os detalhes do atendimento para seu país e fuso horário.
Posso conhecer o profissional antes de contratar?
Nossa equipe pode apresentar a formação, a abordagem, o registro profissional e a disponibilidade de quem realizará o atendimento.
Como consulto valores e horários?
Pelo WhatsApp, você pode consultar os valores e horários do atendimento que procura.
Há grupos com vagas abertas?
Como a disponibilidade varia, consulte nossa equipe sobre turmas, critérios de participação, modalidade e horários.
Converse com nossa equipe
Estamos aqui para conversar sobre suas dúvidas e o atendimento que você procura.
Entenda a avaliação neuropsicológica
de autismo, TDAH e condições associadas.
O que explica as dificuldades que acompanham você há tanto tempo? Nossa avaliação neuropsicológica para adultos investiga autismo, TDAH e condições associadas com entrevistas, história de vida e instrumentos escolhidos para a sua demanda. O objetivo é compreender seu funcionamento e distinguir sinais que podem se parecer, inclusive quando aparecem juntos.
ModalidadeOnline, no Brasil e no exterior
Duração habitual2 a 3 meses, incluindo a elaboração do laudo
Como acontece
Entrevistas e história de vida. O profissional ouve suas dúvidas, investiga seu desenvolvimento e considera documentos ou avaliações anteriores. Informações de familiares podem contribuir quando forem pertinentes.
Investigação clínica. Entrevistas, métodos e instrumentos são selecionados conforme a demanda e as condições de aplicação. O objetivo é reunir dados suficientes para compreender o seu perfil, não encaixar sua experiência em uma resposta pronta.
Integração das informações. O profissional analisa os resultados em conjunto com a história relatada, o funcionamento atual e as hipóteses investigadas.
Devolutiva. Você conversa sobre os achados, recebe explicações sobre a conclusão e pode esclarecer dúvidas sobre as orientações para o seu caso.
O que você recebe
Ao final, entregamos um laudo neuropsicológico individualizado, com aproximadamente 25 a 40 páginas, conforme a necessidade da investigação. O documento reúne a análise das informações, a conclusão, as recomendações e os possíveis encaminhamentos. O prazo habitual de 2 a 3 meses considera também o trabalho de análise e elaboração do laudo após os encontros.
O que compõe a investigação
Uma pontuação isolada não responde a uma dúvida complexa. Por isso, reunimos diferentes fontes de informação e relacionamos os resultados com a sua vida cotidiana.
Comportamento e vida social. Investigamos a história do desenvolvimento, avaliações anteriores, experiências na família, na escola e no trabalho, comunicação e interação social. Observamos também interesses e comportamentos repetitivos, mudanças de rotina e estratégias que a pessoa desenvolveu para se adaptar ou camuflar dificuldades ao longo da vida.
História de desenvolvimento e manifestações desde a infância até a vida adulta.
Comunicação, interação e resposta às situações sociais.
Contextos familiar, acadêmico e profissional, com informações de familiares quando forem pertinentes.
Padrões de interesses, comportamentos repetitivos e estratégias de compensação ou camuflagem.
Testes e funcionamento cognitivo. Conforme a pergunta clínica, os instrumentos podem examinar atenção, raciocínio, memória, funções executivas — como planejamento e flexibilidade — e aspectos de impulsividade ou hiperatividade. A seleção considera as condições de aplicação online; não há uma bateria idêntica para todas as pessoas.
Atenção, concentração e raciocínio.
Memória e outras habilidades cognitivas relevantes.
Planejamento, organização, flexibilidade e controle de impulsos.
Instrumentos específicos para as hipóteses de autismo, TDAH e condições associadas, quando indicados.
Vida prática e aspectos emocionais. O profissional relaciona os dados dos instrumentos com organização e gestão do tempo, hábitos e rotina, dificuldades no estudo ou no trabalho, sobrecarga e formas de lidar com emoções. Essa parte mostra como as características investigadas se expressam na vida real.
Organização, gestão do tempo, hábitos e rotina diária.
Experiências acadêmicas e profissionais, inclusive dificuldades que se repetem em contextos diferentes.
Impulsividade, sobrecarga e regulação emocional.
Condições coexistentes e outras explicações. Ansiedade, depressão, questões de humor e outras dificuldades podem coexistir com autismo ou TDAH, ou explicar parte dos sinais. O profissional também considera o estado emocional atual para interpretar os resultados no contexto adequado, sem reduzir sua história a uma única etiqueta.
Entrevistas, instrumentos e método
O processo combina entrevistas clínicas, história de desenvolvimento, observações e instrumentos psicológicos ou neuropsicológicos pertinentes. Quando cabível, podem ser usados recursos digitais das editoras Vetor, Hogrefe e Pearson, sempre conforme as condições de aplicação de cada instrumento. Relatos de familiares e documentos anteriores ajudam quando acrescentam informações relevantes; você pode conversar com o profissional sobre o que faz sentido compartilhar.
Podemos usar entrevistas semiestruturadas, escalas, autorrelato e informações de pessoas próximas, conforme a demanda. O profissional reconstrói a linha do tempo das dificuldades, examina possíveis estratégias de camuflagem e confere a coerência entre relatos, observações e resultados. A análise clínica não depende da pontuação de uma única escala e pode incluir discussão do caso com supervisão. Os instrumentos específicos são selecionados para cada pessoa, em vez de seguir uma lista fixa de testes.
Em geral, o trabalho envolve 4 a 7 encontros por videochamada, de aproximadamente 50 minutos, normalmente semanais. O número de encontros é ajustado à complexidade de cada investigação. A duração total habitual é de 2 a 3 meses porque inclui, além das sessões, a integração dos dados, a redação do laudo e a devolutiva.
Da análise à devolutiva
O profissional confronta informações de diferentes etapas: história relatada, observações, instrumentos e funcionamento no cotidiano. Essa integração permite explicar por que determinada hipótese é sustentada ou não e quais pontos ainda exigem acompanhamento. Na devolutiva, apresentamos os resultados em linguagem clara e abrimos espaço para suas perguntas.
O laudo neuropsicológico registra o percurso da investigação, os resultados, a conclusão e as recomendações individualizadas. Orientações posteriores podem incluir psicoterapia, ajustes de rotina ou conversa com outros profissionais de saúde, conforme o caso e suas escolhas.
Acompanhamento psicoterapêutico
para o que acontece na sua vida.
Se a rotina pesa, a sobrecarga se acumula ou as relações ficaram difíceis, a terapia pode ter direção prática. Na nossa psicoterapia individual, você e o profissional definem objetivos e constroem estratégias para a sua vida. Atendemos adultos e adolescentes, inclusive pessoas autistas, com TDAH e condições associadas, com ou sem diagnóstico.
ModalidadeOnline, no Brasil e no exterior
Sessões50 minutos
A abordagem TCC — Terapia Cognitivo Comportamental
A TCC está entre as bases do nosso trabalho. É uma abordagem colaborativa que relaciona pensamentos, emoções, comportamentos e contexto. Nas sessões, o profissional ajuda você a compreender padrões que mantêm uma dificuldade e a experimentar estratégias possíveis na sua vida real. O passado também pode ser discutido quando ajuda a entender o presente.
Objetivos e recursos que podem fazer parte da terapia
O plano é individual. Os temas abaixo mostram possibilidades da abordagem TCC — Terapia Cognitivo Comportamental; você e o profissional escolhem o que é pertinente e acompanham o que muda ao longo do processo.
Reconhecer padrões de pensamento. Identificar interpretações que aumentam sofrimento, autocrítica ou culpa e examiná-las à luz da sua experiência.
Construir estratégias de enfrentamento. Encontrar maneiras viáveis de lidar com estresse, ansiedade, imprevistos e situações que hoje exigem muito de você.
Trabalhar regulação emocional. Reconhecer sinais de sobrecarga, nomear emoções e ampliar formas de responder a elas.
Modificar comportamentos que não ajudam. Entender o que mantém determinados hábitos e experimentar alternativas mais adequadas aos seus objetivos.
Fortalecer a autoeficácia. Perceber recursos que você já tem, testar pequenas mudanças e avaliar o que funciona na prática.
Melhorar relações. Trabalhar comunicação, assertividade, limites, expectativas e resolução de conflitos.
Prevenir a repetição de dificuldades. Identificar sinais de alerta e manter estratégias úteis mesmo quando a rotina muda ou o acompanhamento se encerra.
Promover bem-estar. Reservar espaço para qualidade de vida, descanso, interesses e escolhas coerentes com seus valores.
Usar reestruturação cognitiva quando pertinente. Questionar pensamentos rígidos ou pouco úteis e buscar interpretações mais equilibradas, sem invalidar experiências reais.
Enfrentar situações gradualmente. Quando houver indicação, planejar passos possíveis para lidar com medos ou evitação, respeitando seu ritmo.
Desenvolver habilidades sociais. Explorar maneiras de se comunicar e negociar necessidades sem impor um padrão único de comportamento.
Registrar padrões e gatilhos. Observar relações entre situações, pensamentos, emoções e ações para entender melhor o que acontece.
Resolver problemas cotidianos. Dividir desafios em passos, comparar alternativas e ajustar o plano a partir dos resultados.
Como o acompanhamento se desenvolve
Primeiras conversas. O profissional conhece sua história, as dificuldades atuais e o que você espera da psicoterapia.
Compreensão do funcionamento. Vocês observam como situações, pensamentos, emoções, reações físicas e comportamentos se relacionam no seu caso.
Objetivos definidos juntos. As prioridades são combinadas com você e podem mudar à medida que novas necessidades aparecem.
Exploração de pensamentos e emoções. As sessões ajudam a reconhecer padrões, crenças, sobrecarga e contextos em que uma dificuldade se repete.
Aprendizagem de estratégias. O profissional apresenta recursos compatíveis com sua demanda, como planejamento, comunicação, manejo da ansiedade ou resolução de problemas.
Aplicação no cotidiano. Entre sessões, você pode observar situações ou experimentar estratégias combinadas, sem transformar a terapia em uma lista de tarefas obrigatórias.
Acompanhamento do progresso. Vocês conversam sobre o que ajudou, o que não funcionou e o que precisa ser ajustado.
Continuidade e revisão. Frequência, objetivos e próximos passos são revistos conforme sua evolução e suas escolhas.
As sessões duram 50 minutos por videochamada. A frequência costuma ser semanal e pode ser ajustada conforme a indicação do profissional e sua necessidade.
Para quem está começando ou vem da avaliação
Você não precisa de um laudo para iniciar psicoterapia. Se acabou de concluir uma avaliação neuropsicológica, seus resultados podem ajudar a orientar os objetivos do acompanhamento, sem exigir que você conte tudo novamente desde o início. Para adolescentes, nossa equipe informa a faixa etária atendida e a participação dos responsáveis antes do agendamento.
Como a TCC se transforma em trabalho concreto
A abordagem TCC — Terapia Cognitivo Comportamental é estruturada e colaborativa. Primeiro, o profissional e você procuram entender como uma situação se relaciona com pensamentos, emoções, reações do corpo e comportamentos. Depois, conversam sobre o seu funcionamento e escolhem estratégias para experimentar no cotidiano. Nas sessões seguintes, avaliam o que ajudou e ajustam o plano. A terapia também pode olhar para experiências passadas quando elas ajudam a compreender o presente.
Compreender o ciclo, aprender sobre ele e testar possibilidades são partes do processo, mas isso não exige seguir uma lista de exercícios ou transformar toda conversa em tarefa. A condução respeita sua demanda, seu ritmo e o contexto em que você vive.
Um exemplo prático
Uma pessoa com TDAH pode pensar: “Eu nunca termino nada; é melhor nem começar”. Nas sessões, ela pode examinar essa conclusão, identificar o que dificulta o início de uma tarefa e testar um plano menor e mais realista. O foco não é substituir uma frase à força, mas compreender o ciclo de frustração e construir condições para agir de outro jeito.
Quando há TDAH
Procrastinação, desorganização, dificuldade de foco, autocrítica e culpa podem estar presentes de formas diferentes em cada pessoa. A terapia pode trabalhar planejamento, estratégias para a rotina, pensamentos que aumentam a paralisia, perfeccionismo e formas de reconhecer avanços concretos. O profissional não parte da ideia de que basta “ter mais disciplina”: procura entender os obstáculos reais e adaptar as estratégias.
Quando há autismo
O acompanhamento pode abordar sobrecarga sensorial e emocional, mudanças de rotina, transições, comunicação e relações. Também pode abrir espaço para autoconhecimento e para a construção de limites e estratégias que respeitem seu modo de funcionar. Treinar comunicação não significa obrigar você a mascarar características autistas ou apagar sua identidade.
Quando você é familiar
Familiares podem enfrentar dúvidas, cansaço, conflitos e mudanças na convivência. Na psicoterapia, podem compreender melhor a neurodivergência de quem amam, conversar sobre comunicação e frustrações e cuidar das próprias emoções sem abandonar o autocuidado. Temos também um atendimento específico de psicoterapia para familiares.
Em qualquer caso, o acompanhamento combina escuta e trabalho conjunto. Você não precisa chegar com objetivos prontos nem se explicar por meio de um diagnóstico; isso pode ser construído nas primeiras conversas.
Oferecemos consultas com médicos parceiros da nossa clínica para cuidar da saúde mental, inclusive quando autismo, TDAH, condições associadas ou outras questões psiquiátricas fazem parte da sua história.
Um espaço para avaliar o cuidado médico
Você pode procurar a consulta por dúvidas sobre sintomas, tratamentos que já tentou, medicamentos ou acompanhamento de uma condição conhecida. Também pode chegar sem saber se precisa de medicação. O médico avalia sua história e conversa sobre as possibilidades com você, em vez de pressupor uma conduta antes do encontro.
O que acontece na consulta
O profissional pergunta sobre sua história clínica, o que você está vivendo agora, sono, rotina, tratamentos anteriores e dificuldades que motivaram a busca. Essas informações ajudam a compreender o quadro e a discutir acompanhamento, exames, medicamentos, documentos ou encaminhamentos quando forem pertinentes. Você pode levar avaliações, prescrições e exames anteriores se tiver; não precisa reunir tudo para fazer a primeira consulta.
Como se relaciona com a avaliação e a psicoterapia
A consulta psiquiátrica é um atendimento separado da avaliação neuropsicológica e da psicoterapia. Se você fez uma avaliação, o laudo pode oferecer informações úteis para a conversa com o médico. Se já faz psicoterapia, o acompanhamento pode continuar em paralelo. As decisões clínicas cabem ao profissional responsável por cada atendimento, em diálogo com você.
Nossa equipe informa os médicos parceiros disponíveis, a modalidade, os horários e os valores das consultas.
Mães, pais, cônjuges e outros familiares de pessoas neurodivergentes também podem precisar de um espaço para cuidar de si. Nossa psicoterapia para familiares parte das suas próprias emoções, relações e necessidades.
O que pode entrar nas sessões
O impacto de um diagnóstico na família. Dúvidas, expectativas, mudanças na convivência e sentimentos que nem sempre encontram espaço para ser discutidos.
Sobrecarga e limites. Divisão de responsabilidades, autocuidado e maneiras de pedir ou oferecer apoio sem deixar suas necessidades de lado.
Relações e comunicação. Conflitos, acordos e formas de compreender melhor as necessidades de cada pessoa da família.
Seu próprio bem-estar. Questões emocionais e dificuldades que dizem respeito à sua vida, mesmo quando não se relacionam diretamente à neurodivergência do familiar.
Como o cuidado toma forma
Nas primeiras conversas, o profissional conhece sua história e ajuda a transformar preocupações difusas em objetivos que façam sentido para você. A abordagem TCC — Terapia Cognitivo Comportamental pode ajudar a identificar padrões na convivência, trabalhar comunicação, lidar com culpa e frustração e construir alternativas viáveis para o cotidiano. A condução não parte de um roteiro igual para todas as famílias.
O foco é você
O atendimento acompanha a pessoa que participa das sessões. Você pode falar do familiar, da relação e das responsabilidades que compartilham, mas também do trabalho, de outras relações e de questões que são suas. Os objetivos são revistos ao longo da terapia. Se outra pessoa da família precisar de avaliação ou psicoterapia, nossa equipe pode explicar esses atendimentos separadamente.
Converse com nossa equipe sobre a modalidade, os profissionais e a disponibilidade.
Nos grupos terapêuticos (psicoterapia em grupo), você encontra um espaço clínico conduzido por um profissional de Psicologia e pode reconhecer experiências semelhantes às suas nas falas de outras pessoas. A troca faz parte do cuidado, com uma proposta e objetivos para os encontros.
O que acontece nos encontros
O profissional conduz a conversa a partir dos temas do grupo e abre espaço para perguntas, relatos e estratégias que façam sentido para os participantes. Relações, comunicação, emoções, sobrecarga e situações do cotidiano podem entrar no trabalho. Ninguém precisa contar tudo no primeiro encontro: ouvir, refletir e participar no seu ritmo também faz parte do processo.
Para quem um grupo pode fazer sentido
Há pessoas que procuram compreender melhor as próprias experiências e aprender com perspectivas diferentes; outras querem trabalhar a comunicação e diminuir a sensação de estar sozinhas em determinadas dificuldades. As turmas podem ser organizadas por perfil e tema, conforme a proposta clínica e a demanda. O trabalho em grupo não exige que todas as pessoas tenham a mesma história ou o mesmo diagnóstico.
Composição e participação
A formação de cada turma considera as necessidades das pessoas interessadas e os objetivos do grupo. Antes de começar, nossa equipe explica o público, o formato, a frequência, o tempo de cada encontro e os combinados de participação. Assim você entende a proposta e pode conversar sobre dúvidas ou necessidades de adaptação.
Turmas e disponibilidade
A abertura de turmas, os horários e os valores dependem da disponibilidade. Converse com nossa equipe para saber quais grupos estão previstos. Se você procura um espaço individual, também oferecemos psicoterapia para adultos e adolescentes.
Nossa terapia de casal oferece um espaço para compreender dificuldades da relação e trabalhar, juntos, formas de lidar com elas.
Questões que podem ser trabalhadas
Comunicação, conflitos recorrentes, expectativas, intimidade, convivência e divisão de responsabilidades podem fazer parte das sessões. Quando há autismo, TDAH ou outras diferenças no modo de perceber e organizar a vida, o profissional considera as necessidades de cada pessoa sem reduzir a relação a um diagnóstico.
Como o trabalho é conduzido
O profissional escuta as duas pessoas e conhece a história da relação, o que cada uma espera do atendimento e onde as conversas costumam travar. A partir daí, o casal define objetivos compartilhados: entender um conflito recorrente, construir acordos mais claros, rever a divisão de responsabilidades ou recuperar espaço para conversar sem repetir a mesma discussão.
Nas sessões, vocês podem identificar padrões de interação e experimentar outras formas de se comunicar. Quando há diferenças sensoriais, de atenção, de organização ou de expressão emocional, elas entram na conversa sem transformar uma pessoa no “problema” da relação. O trabalho ajuda o casal a tomar decisões com mais clareza, sem presumir qual deve ser o futuro da relação.
Modalidade e disponibilidade
A frequência e o formato são combinados conforme a demanda. Nossa equipe informa os profissionais disponíveis, a modalidade, os horários e os valores.
Avaliação neuropsicológica de altas habilidades
e superdotação.
Seu modo de aprender, seus interesses e suas habilidades podem levantar perguntas que uma avaliação genérica não responde. Nossa avaliação neuropsicológica de altas habilidades e superdotação investiga esse perfil e as dúvidas que motivaram sua busca, com um planejamento individualizado.
O que é investigado
O profissional reúne entrevistas, história de desenvolvimento, experiências escolares e profissionais, interesses, formas de aprendizagem e instrumentos pertinentes à pergunta clínica. A análise considera tanto pontos fortes quanto dificuldades que podem passar despercebidas quando a pessoa tem recursos para compensá-las. Um único resultado de teste não descreve todo o funcionamento de alguém.
AH/SD, QI e dupla excepcionalidade
Altas habilidades e superdotação (AH/SD) podem aparecer junto de autismo, TDAH ou outras condições. Quando isso acontece, investigamos o conjunto do perfil, sem presumir que uma característica exclui a outra. A medição formal do QI e a investigação clínica de AH/SD não são exatamente a mesma coisa; os instrumentos escolhidos e a possibilidade de aplicação online dependem do objetivo da avaliação.
Modalidade e etapas
Alguns instrumentos de avaliação formal exigem aplicação presencial. Conforme o planejamento, o processo pode incluir etapas presenciais em São Paulo, enquanto outras etapas podem ocorrer online. Nossa equipe explica antes do início o que será investigado, a modalidade, o local, o tipo de documento previsto e como as etapas se distribuem. Assim você pode decidir com clareza se o formato atende ao que procura.
Devolutiva e próximos passos
Na conversa final, o profissional relaciona os resultados com sua história e explica o que a investigação permite concluir, seus limites e as orientações pertinentes ao seu caso. Se você também tem dúvidas sobre autismo, TDAH ou condições associadas, conte isso à nossa equipe para entendermos qual avaliação neuropsicológica corresponde à sua demanda.
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